sábado, 22 de agosto de 2009

“População Gualtarense aguarda acesso por Novainho à freguesia, com construção de nova rotunda na variante do Fojo”

A Coligação “Juntos por Braga” à Junta de Freguesia de Gualtar, levou a cabo mais uma iniciativa no âmbito do seu plano de campanha, “Ouvir”, “Falar” e “Sentir” Gualtar.
Com o objectivo de ser a voz de toda a sociedade civil Gualtarense, esta terceira abordagem iniciou-se pelas urbanizações da Encosta do Sol, sendo também percorridos os lugares da Lage e Novainho.
Nos vários loteamentos da Encosta do Sol, convergem, em sucessivos quarteirões, zonas habitacionais com vários aglomerados de apartamentos, zonas de moradias individuais e em banda. Notou a Coligação nos vários pontos percorridos que, inseridos nesta extensa malha urbana, existem alguns lotes por construir, que dado ao seu estado de intensa vegetação, para além de se tornarem um incómodo para toda a vizinhança, nesta época de intenso calor e de habitual período de incêndios, são um perigo público para todas as habitações circundas.






Note-se também que esta não é a única situação na freguesia, metros acima, guiados pela própria população que dava conta da primeira constatação, no lugar da Lage, novo lote envolto de grande silvado com uns bons três metros de altura, ladeado de várias moradias. Na Lage, alguns populares foram efusivos e peremptórios, denunciando inclusive o perigo dos répteis sobretudo para as crianças que habitualmente brincam nas proximidades. Uma situação que afirmam ser do conhecimento da Junta de Freguesia de Gualtar, que foi contactada várias vezes para tentar resolver o problema junto do seu proprietário e das autoridades competentes, “embora prometessem aos moradores resolverem o problema, já lá vai o Verão quase passado e a situação mantém-se”, afirmou um popular.
Sendo já do conhecimento público o plano de “Ouvir”, “Falar” e “Sentir” Gualtar, alguns moradores aproveitavam a situação para lamentarem uma série de particularidades, uma delas relativa a uma promessa eleitoral da actual Junta aos moradores, de colocarem a via de acesso à Lage, num sentido único, que ainda não foi cumprida, aspecto que era do desconhecimento da Coligação.



Dentro da normal abordagem aos vários lugares da freguesia, em Novainho, o candidato Luís Marques, pretendia analisar in loco uma situação reivindicada por dezenas de Gualtarenses desde as primeiras abordagens de rua, a tão prometida rotunda na Variante do Fojo, para acesso directo a Gualtar pela zona de Novainho.
De facto, consta do plano eleitoral de 2005, das promessas efectuadas pela actual Junta de Freguesia, que os Gualtarenses não esqueceram, referiu Luís Marques. Continua a afirmar-se como uma grande prioridade para o acesso a vários lugares, pena é que ainda não tenha sido implementado, concluiu o candidato. Sobre esta situação, constatou também a Coligação, que a alternativa encontrada por muitos Gualtarenses é o acesso pela rotunda da Força Aérea, fazendo a ligação interna pela rua Velha de Novainho, lugar pertença já de Este S. Pedro.





À conversa com alguns eleitores da freguesia vizinha, estes mostraram-se bastante incomodados em relação ao aumento de tráfego no local, agravado pela alta velocidade com que ali passam. “Como se trata de uma via antiga e bastante estreita, tivemos que ter cuidados redobrados com os mais pequenos, embora relativamente aos carros estacionados nas bermas, não haja muito a fazer em relação aos frequentes riscos, amolgadelas e retrovisores que aparecem partidos”, registou um morador. Foi referenciado também que estes casos já foram colocados em Assembleia de freguesia vizinha, embora não tivesse sido apresentada uma solução até ao momento.
Ficou assim clara e evidente a necessidade e os apelos de alguns populares e de várias zonas, em relação à rotunda na variante, ficando aqui patente também a importância do diálogo com as autarquias vizinhas, no sentido de solucionar os problemas das populações. “Não faz nenhum sentido descartarmos responsabilidades em determinadas situações, só porque um metro depois daquele marco já não se trata da nossa freguesia, todos juntos, independentemente da cor partidária, temos a obrigação de mover esforços e defender o bem-estar de toda a população”, terminou Luís Marques.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

“Realidades esquecidas de uma freguesia” – Por um futuro melhor para Gualtar








Movidos pelo espírito de grande liberdade democrática, que apela a uma maior liberdade de expressão e igualdade de direitos para todos os cidadãos, os candidatos da Coligação “Juntos por Braga” à Junta de Freguesia de Gualtar, continuaram neste domingo a cumprir a sua agenda política, adversa a críticas de quem se tem mostrado muito incomodado com o aparecimento desta candidatura e nomeadamente com o seu plano de campanha, “Ouvir”, “Falar” e “Sentir” Gualtar. “Ouvir Gualtar e as pessoas que nos elegem, visitar e constatar as dificuldades e necessidades da população, é para mim um imperativo do qual não abdico!”, referia o candidato Luís Marques a alguns populares no início de mais uma diligência.
Este segundo levantamento iniciou-se no lugar de Barros, Crespa, Arcela, Igreja Velha, Monte de Cima, Vergadela, terminando nas urbanizações da Encosta do Sol.
Do subúrbio à civilização, nota-se que o desenvolvimento em Gualtar não obedeceu a plano urbanístico prévio e que a cada centena de metros, é visível ainda um estaleiro vedado, um conjunto de gruas inactivas, à espera não se sabe bem de quê!? Assim, à imagem comum de regiões de países subdesenvolvidos, em Gualtar comungam a escassos metros, habitações modernas munidas de todos os meios necessários ao bem-estar da população e habitações mais antigas que nem saneamento básico possuem, subjugadas aos interesses económicos inerentes a estas novas urbanizações. “O aparecimento de novas urbanizações deveria ser um sinónimo de melhoria de qualidade de vida para as habitações mais antigas, mas o facto é que a escassos 30 metros destas novas construções, já númidas de saneamento básico, existem vários casos de outras que continuam a não possuir este equipamento público que deveria ser um direito de todos os cidadãos, é incompreensível” apontou Luís Marques.
Se o lugar de Barros é um exemplo vivo desta situação, no lugar da Arcela, pese embora o pequeno número de habitantes, a falta de condições de habitabilidade e saneamento básico, problemas de longos anos, são compensados pela calma e sossego do lugar, já referiam alguns populares aquando da visita de Julho passado, do Dr. Ricardo Rio e sua comitiva no âmbito da apresentação da candidatura da Coligação à Junta de Freguesia local.
Subindo ao lugar da Igreja, é inevitável referir um verdadeiro clássico da política Gualtarense, assim se referia Luís Marques, à Casa da Quinta da Igreja, mais conhecida pela Casa da Dona Amália.
Envolta em recente polémica que é do conhecimento da opinião pública, este imóvel é bandeira de campanha socialista desde o ano de 1989, para criação de um lar para a terceira idade que, volvidos 20 anos, para alem de não ter sido criado nenhum aproveitamento do espaço, volta a ser porta-estandarte de promessas eleitorais. Os candidatos da Coligação, em visita ao local, registam o avançado estado de degradação que o imóvel entretanto sofreu, alertando ao grave perigo de derrocada directa sobre a via pública, de alguns elementos metálicos das janelas e elementos da própria fachada, no sentido de prevenir uma possível e iminente “desgraça”. Relembrou-se também que o estado de abandono do imóvel e o seu acesso é alvo fácil para a estadia e fixação de alguma marginalidade.
No plano de visita e em relevo, esteve também a passagem pelo cemitério local, apesar de muito se falar das suas obras de alargamento, promessa eleitoral da actual Junta de Freguesia há quatro anos, e a dois meses de novas eleições, tudo se mantém como estava.
No final da visita, era notória a satisfação entre os doze elementos que deram corpo a mais um levantamento das realidades da freguesia, a aceitação e os incentivos por parte da população, funcionam como um tónico para continuarem o caminho, adversos às críticas e “politiquices”, com o lema de uma alternativa credível, séria e competente, afirmou Luís Marques.

sábado, 8 de agosto de 2009

“Escola Antiga de Gualtar”: Do abandono à ruína






Encabeçada por Luís Marques – candidato da Coligação “Juntos por Braga” à Junta de Freguesia de Gualtar –, uma delegação da actual lista às próximas eleições autárquicas, efectuaram no passado domingo de tarde, a visita a vários lugares da freguesia.
Tendo destinado até ao fim do mês de Agosto, cada Domingo para visitar os diferentes lugares que compõem a freguesia, a primeira diligência efectuou-se aos lugares das Veigas, Bairro Moda Nova, Bairro Henriqueta, Rua da Universidade, Escola e Bouça.
Com o objectivo de efectuar um levantamento exaustivo da freguesia, implementado no plano de campanha, “Ouvir”, “Falar” e “Sentir” Gualtar, a presente lista, adversa a polémicas antigas, pretende trabalhar no sentido de responder às reais necessidades da freguesia, efectivando uma candidatura de rua, dando absoluta prioridade às pessoas.
No rescaldo desta primeira visita e a par de inúmeras ocorrências analisadas, outras reivindicadas pela própria população, ressalta um apontamento, o estado ruinoso em que se encontra a Escola Primário “Antiga” de Gualtar. Agravado nos últimos tempos, sem que algo ou alguém nada faça, é património que se perde dia para dia. É importante e necessária por isso uma urgente e particular atenção para esta realidade, seja através da actual Junta de Freguesia ou através da Associação de Solidariedade de Gualtar, tutelada pelos mesmo elementos da Junta, um rápido plano de intervenção, seria uma resposta válida, como referiu Luís Marques.
No final da visita, atendendo às reais e actuais necessidades da freguesia, Luís Marques referiu que este espaço, criadas as devidas condições, poderia muito bem ser uma solução a apontar para a actual sobrecarga de alunos da Escola Primária Nova de Gualtar, facto que obrigou as crianças que apenas completam seis anos de idade, do dia 15 de Setembro a 31 de Dezembro próximo, a serem inscritas em freguesias vizinhas. “Se os espaços existem, se é claro e notório um subaproveitamento agravado por um abandono e consequente ruína, que estes espaços sejam disponibilizados a bem do interesse público e do bem-estar de todos os gualtarenses. Com isto não queremos votos, se este alerta desencadear uma acção efectiva e proveitosa para as crianças da nossa freguesia, para nós já é uma grande vitória. Continuaremos a caminhar todos juntos por um só motivo, Gualtar”, concluiu.