Com o objectivo de ser a voz de toda a sociedade civil Gualtarense, esta terceira abordagem iniciou-se pelas urbanizações da Encosta do Sol, sendo também percorridos os lugares da Lage e Novainho.
Nos vários loteamentos da Encosta do Sol, convergem, em sucessivos quarteirões, zonas habitacionais com vários aglomerados de apartamentos, zonas de moradias individuais e em banda. Notou a Coligação nos vários pontos percorridos que, inseridos nesta extensa malha urbana, existem alguns lotes por construir, que dado ao seu estado de intensa vegetação, para além de se tornarem um incómodo para toda a vizinhança, nesta época de intenso calor e de habitual período de incêndios, são um perigo público para todas as habitações circundas.
Sendo já do conhecimento público o plano de “Ouvir”, “Falar” e “Sentir” Gualtar, alguns moradores aproveitavam a situação para lamentarem uma série de particularidades, uma delas relativa a uma promessa eleitoral da actual Junta aos moradores, de colocarem a via de acesso à Lage, num sentido único, que ainda não foi cumprida, aspecto que era do desconhecimento da Coligação.
Dentro da normal abordagem aos vários lugares da freguesia, em Novainho, o candidato Luís Marques, pretendia analisar in loco uma situação reivindicada por dezenas de Gualtarenses desde as primeiras abordagens de rua, a tão prometida rotunda na Variante do Fojo, para acesso directo a Gualtar pela zona de Novainho.
De facto, consta do plano eleitoral de 2005, das promessas efectuadas pela actual Junta de Freguesia, que os Gualtarenses não esqueceram, referiu Luís Marques. Continua a afirmar-se como uma grande prioridade para o acesso a vários lugares, pena é que ainda não tenha sido implementado, concluiu o candidato. Sobre esta situação, constatou também a Coligação, que a alternativa encontrada por muitos Gualtarenses é o acesso pela rotunda da Força Aérea, fazendo a ligação interna pela rua Velha de Novainho, lugar pertença já de Este S. Pedro.
Ficou assim clara e evidente a necessidade e os apelos de alguns populares e de várias zonas, em relação à rotunda na variante, ficando aqui patente também a importância do diálogo com as autarquias vizinhas, no sentido de solucionar os problemas das populações. “Não faz nenhum sentido descartarmos responsabilidades em determinadas situações, só porque um metro depois daquele marco já não se trata da nossa freguesia, todos juntos, independentemente da cor partidária, temos a obrigação de mover esforços e defender o bem-estar de toda a população”, terminou Luís Marques.

