quinta-feira, 3 de setembro de 2009

“Estado de abandono de tanques públicos e algumas fontes – Um péssimo cartão de visita na freguesia de Gualtar”





No âmbito do seu plano de campanha “Ouvir, Falar e Sentir Gualtar”, a Coligação “Juntos por Braga” à Junta de Freguesia de Gualtar, continua no terreno a analisar exaustivamente os problemas da freguesia e a ouvir nos locais, os vários problemas dos seus moradores.
Neste passado Domingo foi efectuada mais uma abordagem, desta feita aos lugares da Quinta do Pomar, Mourisca, Bela Vista, Barreiro e Pousada.
À partida para mais uma diligência e apesar do intenso calor, o grupo mostrava vontade e união, agradado com o aumento do número de elementos, desta feita com a presença de algumas pessoas que não fazendo parte da lista de candidatos, se quiseram juntar a mais uma acção.
Da análise e levantamento efectuado, constata-se já de várias abordagens anteriores, que Gualtar em tempos possuía uma vasta rede natural de abastecimento de água, com fontanários e respectivos tanques com lavadouros públicos. Verifica-se que na actualidade, muitos destes conjuntos estão tidos ao completo abandono, a acrescer ao seu péssimo aproveitamento e pouco digna utilização, são um mau cartão de visita pelo aspecto “frio e sujo” que espelham.
Talvez seja chegada a altura de reabilitar todos esses espaços, com um reaproveitamento dos seus respectivos tanques, dando-lhes um aspecto digno, e se a imaginação não faltar, estes podem traduzir várias potencialidades.
Ainda dentro deste domínio, de passagem pelo lugar da Mourisca, e à conversa com alguns moradores, o grupo da Coligação foi conduzido ao local apelidado de “Poça Nova”. Também aqui se constatou a existência, num lugar muito aprazível, de uma saída de água de nascente e um grande tanque em zona de domínio público, num espaço verde sobranceiro a uma plantação de mimosas. A ideia de conduzir alguns elementos da Coligação, incluindo o seu candidato, Luís Marques, por parte dos populares, foi a de mostrar o subaproveitamento de mais um lugar com grandes potencialidades, ficando o registo para a Coligação, e agora para os demais, que se trata de mais um espaço esquecido e abandonado, que muitos gostariam de ver requalificado, nomeadamente com um outro reaproveitamento da água de nascente e todo o seu espaço verde envolvente.
Com um PDM com classificação de zona urbana ou urbanizável, Gualtar possui apenas uma pequeníssima mancha de zona florestal. Torna-se de vital importância a criação de espaços verdes no centro da freguesia, para fazer face ao intenso avanço do betão.
Pelos vários lugares percorridos, inevitável foi também algumas abordagens de populares ao candidato, em relação aos últimos ataques e acusações por parte do actual Presidente de Junta, Sr. João Nogueira. Aqui, Luís Marques foi respondendo de forma concisa e directa a todos eles, “Estou consciente que estes levantamentos, relatos, necessidades e anseios dos gualtarenses, põe a “nú” as realidades precárias da freguesia e constato que esse facto não tem agradado a algumas pessoas. Sendo minha a convicção de que Gualtar neste momento não necessita de políticos nem de políticas, mas sim de “sangue” novo de quem quer trabalhar e fazer muito melhor, não entrarei neste jogo de acusações, e de ataques pessoais, típico de quem pretende apenas desviar as atenções da realidade. Ainda há muito que fazer, por isso não vou perder tempo com estas picardias típicas de políticos”.

Prédio abandonado em Pousada
A Coligação, atenta aos cada vez mais fortes protestos contra o prédio abandonado na zona de Pousada, teve no local a ouvir as razões de alguns moradores. Trata-se de um prédio com vários andares, construído há já bastante tempo mas que por razões desconhecidas, não teve procura por parte de compradores e que ainda hoje se encontra vazio.
Segundo os populares, na actualidade o local é reservado à centralização de alguma marginalidade, a negócios pouco claros feitos a altas horas da noite, e até a actos menos próprios para uma zona pública, que levanta a apreensão dos moradores que temem pelo clima de pouca segurança e pudor, vivida no local. Existe também o medo, em função das várias zonas envidraçadas do prédio, que estas possam ser partidas e este possa vir a ser ocupado a nível do seu interior.
Esta matéria já foi anteriormente tornada pública, mas a questão é bem mais complexa do que possa parecer, o facto deste prédio estar construído em zona pertença à freguesia vizinha de Tenões, os principais visados são os moradores gualtarenses, que habitam maioritariamente do outro lado da estrada, uma vez que na zona de Tenões apenas existe a construção do prédio.
Para os menos interessados e menos atentos, aqui fica patente a importância do diálogo com as autarquias vizinhas, no sentido de solucionar os problemas das populações. Não faz nenhum sentido descartarmos responsabilidades em determinadas situações, só porque cinco metros depois daquele marco já não se trata da nossa freguesia, todos juntos, independentemente da cor partidária, temos a obrigação de mover esforços e defender o bem-estar de toda a população, principalmente se afecta aquela que nos compete defender, neste caso os gualtarenses.

Campo sintético na Quinta do Pomar
Por último, na passagem pelo lugar da Quinta do Pomar, a Coligação, avaliou a importância da criação dos recintos desportivos, no sentido de verdadeiras alternativas para que jovens e outros se centrem numa saudável actividade desportiva.
Contudo e sabendo que em várias situações não se consegue agradar a todos, é importante responder positivamente ao desagrado de alguns moradores da Quinta do Pomar, que relataram à Coligação, várias situações de incomodativo barulho da utilização do actual campo sintético, em horas cujo descanso convida a ser implementado. De facto este chamado Gimnodesportivo, foi construído numa zona habitacional, rodeado de várias moradias e, uma vez investidas algumas dezenas de milhares de euros nestas habitações, algumas pessoas, apelam a algum sossego, que muitas vezes esbarra na vontade de outros praticarem a actividade desportiva.
Segundo Luís Marques, “Nada mais simples, basta primeiro vir para a rua ouvir e falar com os populares, depois mostrar interesse de, sempre que possível, atender as pretensões da população, depois, no caso em específico, apelar a uma racional gestão do espaço, com um plano de utilização desportiva mais condizente, onde impere o bom senso na organização dos horários e porque não, no bom senso de quem utiliza este espaço desportivo, a fim de todos saírem beneficiados”.
Desta forma, todos poderão continuar a utilizar este recinto sem serem interrompidos pela frequente visita das autoridades, que muitas vezes são chamadas ao local pelos moradores, e por sua vez, estes podem continuar nas suas habitações, sem hipotéticas perturbações ao sossego e tranquilidade do lar, e assim afastarem de vez a vontade de vender as suas moradias e saírem desta freguesia.


sábado, 22 de agosto de 2009

“População Gualtarense aguarda acesso por Novainho à freguesia, com construção de nova rotunda na variante do Fojo”

A Coligação “Juntos por Braga” à Junta de Freguesia de Gualtar, levou a cabo mais uma iniciativa no âmbito do seu plano de campanha, “Ouvir”, “Falar” e “Sentir” Gualtar.
Com o objectivo de ser a voz de toda a sociedade civil Gualtarense, esta terceira abordagem iniciou-se pelas urbanizações da Encosta do Sol, sendo também percorridos os lugares da Lage e Novainho.
Nos vários loteamentos da Encosta do Sol, convergem, em sucessivos quarteirões, zonas habitacionais com vários aglomerados de apartamentos, zonas de moradias individuais e em banda. Notou a Coligação nos vários pontos percorridos que, inseridos nesta extensa malha urbana, existem alguns lotes por construir, que dado ao seu estado de intensa vegetação, para além de se tornarem um incómodo para toda a vizinhança, nesta época de intenso calor e de habitual período de incêndios, são um perigo público para todas as habitações circundas.






Note-se também que esta não é a única situação na freguesia, metros acima, guiados pela própria população que dava conta da primeira constatação, no lugar da Lage, novo lote envolto de grande silvado com uns bons três metros de altura, ladeado de várias moradias. Na Lage, alguns populares foram efusivos e peremptórios, denunciando inclusive o perigo dos répteis sobretudo para as crianças que habitualmente brincam nas proximidades. Uma situação que afirmam ser do conhecimento da Junta de Freguesia de Gualtar, que foi contactada várias vezes para tentar resolver o problema junto do seu proprietário e das autoridades competentes, “embora prometessem aos moradores resolverem o problema, já lá vai o Verão quase passado e a situação mantém-se”, afirmou um popular.
Sendo já do conhecimento público o plano de “Ouvir”, “Falar” e “Sentir” Gualtar, alguns moradores aproveitavam a situação para lamentarem uma série de particularidades, uma delas relativa a uma promessa eleitoral da actual Junta aos moradores, de colocarem a via de acesso à Lage, num sentido único, que ainda não foi cumprida, aspecto que era do desconhecimento da Coligação.



Dentro da normal abordagem aos vários lugares da freguesia, em Novainho, o candidato Luís Marques, pretendia analisar in loco uma situação reivindicada por dezenas de Gualtarenses desde as primeiras abordagens de rua, a tão prometida rotunda na Variante do Fojo, para acesso directo a Gualtar pela zona de Novainho.
De facto, consta do plano eleitoral de 2005, das promessas efectuadas pela actual Junta de Freguesia, que os Gualtarenses não esqueceram, referiu Luís Marques. Continua a afirmar-se como uma grande prioridade para o acesso a vários lugares, pena é que ainda não tenha sido implementado, concluiu o candidato. Sobre esta situação, constatou também a Coligação, que a alternativa encontrada por muitos Gualtarenses é o acesso pela rotunda da Força Aérea, fazendo a ligação interna pela rua Velha de Novainho, lugar pertença já de Este S. Pedro.





À conversa com alguns eleitores da freguesia vizinha, estes mostraram-se bastante incomodados em relação ao aumento de tráfego no local, agravado pela alta velocidade com que ali passam. “Como se trata de uma via antiga e bastante estreita, tivemos que ter cuidados redobrados com os mais pequenos, embora relativamente aos carros estacionados nas bermas, não haja muito a fazer em relação aos frequentes riscos, amolgadelas e retrovisores que aparecem partidos”, registou um morador. Foi referenciado também que estes casos já foram colocados em Assembleia de freguesia vizinha, embora não tivesse sido apresentada uma solução até ao momento.
Ficou assim clara e evidente a necessidade e os apelos de alguns populares e de várias zonas, em relação à rotunda na variante, ficando aqui patente também a importância do diálogo com as autarquias vizinhas, no sentido de solucionar os problemas das populações. “Não faz nenhum sentido descartarmos responsabilidades em determinadas situações, só porque um metro depois daquele marco já não se trata da nossa freguesia, todos juntos, independentemente da cor partidária, temos a obrigação de mover esforços e defender o bem-estar de toda a população”, terminou Luís Marques.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

“Realidades esquecidas de uma freguesia” – Por um futuro melhor para Gualtar








Movidos pelo espírito de grande liberdade democrática, que apela a uma maior liberdade de expressão e igualdade de direitos para todos os cidadãos, os candidatos da Coligação “Juntos por Braga” à Junta de Freguesia de Gualtar, continuaram neste domingo a cumprir a sua agenda política, adversa a críticas de quem se tem mostrado muito incomodado com o aparecimento desta candidatura e nomeadamente com o seu plano de campanha, “Ouvir”, “Falar” e “Sentir” Gualtar. “Ouvir Gualtar e as pessoas que nos elegem, visitar e constatar as dificuldades e necessidades da população, é para mim um imperativo do qual não abdico!”, referia o candidato Luís Marques a alguns populares no início de mais uma diligência.
Este segundo levantamento iniciou-se no lugar de Barros, Crespa, Arcela, Igreja Velha, Monte de Cima, Vergadela, terminando nas urbanizações da Encosta do Sol.
Do subúrbio à civilização, nota-se que o desenvolvimento em Gualtar não obedeceu a plano urbanístico prévio e que a cada centena de metros, é visível ainda um estaleiro vedado, um conjunto de gruas inactivas, à espera não se sabe bem de quê!? Assim, à imagem comum de regiões de países subdesenvolvidos, em Gualtar comungam a escassos metros, habitações modernas munidas de todos os meios necessários ao bem-estar da população e habitações mais antigas que nem saneamento básico possuem, subjugadas aos interesses económicos inerentes a estas novas urbanizações. “O aparecimento de novas urbanizações deveria ser um sinónimo de melhoria de qualidade de vida para as habitações mais antigas, mas o facto é que a escassos 30 metros destas novas construções, já númidas de saneamento básico, existem vários casos de outras que continuam a não possuir este equipamento público que deveria ser um direito de todos os cidadãos, é incompreensível” apontou Luís Marques.
Se o lugar de Barros é um exemplo vivo desta situação, no lugar da Arcela, pese embora o pequeno número de habitantes, a falta de condições de habitabilidade e saneamento básico, problemas de longos anos, são compensados pela calma e sossego do lugar, já referiam alguns populares aquando da visita de Julho passado, do Dr. Ricardo Rio e sua comitiva no âmbito da apresentação da candidatura da Coligação à Junta de Freguesia local.
Subindo ao lugar da Igreja, é inevitável referir um verdadeiro clássico da política Gualtarense, assim se referia Luís Marques, à Casa da Quinta da Igreja, mais conhecida pela Casa da Dona Amália.
Envolta em recente polémica que é do conhecimento da opinião pública, este imóvel é bandeira de campanha socialista desde o ano de 1989, para criação de um lar para a terceira idade que, volvidos 20 anos, para alem de não ter sido criado nenhum aproveitamento do espaço, volta a ser porta-estandarte de promessas eleitorais. Os candidatos da Coligação, em visita ao local, registam o avançado estado de degradação que o imóvel entretanto sofreu, alertando ao grave perigo de derrocada directa sobre a via pública, de alguns elementos metálicos das janelas e elementos da própria fachada, no sentido de prevenir uma possível e iminente “desgraça”. Relembrou-se também que o estado de abandono do imóvel e o seu acesso é alvo fácil para a estadia e fixação de alguma marginalidade.
No plano de visita e em relevo, esteve também a passagem pelo cemitério local, apesar de muito se falar das suas obras de alargamento, promessa eleitoral da actual Junta de Freguesia há quatro anos, e a dois meses de novas eleições, tudo se mantém como estava.
No final da visita, era notória a satisfação entre os doze elementos que deram corpo a mais um levantamento das realidades da freguesia, a aceitação e os incentivos por parte da população, funcionam como um tónico para continuarem o caminho, adversos às críticas e “politiquices”, com o lema de uma alternativa credível, séria e competente, afirmou Luís Marques.